Bahia terá dez feriados em dias úteis em 2018; confira lista completa

  O Ministério do Planejamento divulgou nesta terça-feira (26) o calendário de 2018 com os feriados nacionais e datas facultativas, e os baianos já podem ficar de olho nas dez folgas que terão em dias úteis no próximo ano. Ao todo, o governo federal reforçou os nove feriados nacionais, além de definir cinco dias em … Leia Mais






Sobre o título de cidadão itapetinguense á ACM Neto

Sem entrar no mérito, essa honraria, que tem sido banalizada é destinada às personalidades que têm relevantes serviços prestados a nossa sociedade, é o que está escrito na Lei Orgânica do Município de Itapetinga.

A discussão é: quais serviços ACM Neto tem prestado a Itapetinga, para merecer tão grande honraria ? Seria uma espécie de homenagem pós mortem, ao seu avô Antônio Carlos Magalhães? Se for, nunca é demais lembrar que Michel Hagge foi arquirrival de ACM, ao ponto de mandar retirar o seu nome do Estádio. Tempos idos que fazem parte de ” nossas” rivalidades politicas, que ainda continua no imaginário do povo de Itapetinga, notadamente aquele que faz parte de nossa geração. São detalhes dessa coisa medonha chamada política.

Ainda no que diz respeito a conturbada relação de Michel com ACM ( avô), cabe um lembrete: Os nossos contemporâneos de vida publica e jornalismo sabem que o rompimento de Michel com o ex – prefeito José Marcos Gusmão se deu, porque José Marcos, cumprindo obrigações institucionais e protocolares do cargo, recepcionou o então governador Antônio Carlos Magalhães, em uma de suas visitas a Itapetinga. Embora negativo, esse fato histórico também não pode ser esquecido.

O que nos levam a concluir que, se Rodrigo não fosse o seu neto, ao se dispor a receber o Governador Rui Costa, seria veementemente repreendido, e certamente faria parte de sua galeria de desafetos políticos. Dessa feita Michel além de autorizar que ele participasse do evento de recepção ao governador, ainda apareceu para tirar uma casquinha, e desejar boas vindas à comitiva governamental.


Pai de santo invade palco e diz que fizeram ‘macumba’ contra Temer; veja vídeo

O suposto pai de santo Uzêda, que roubou a cena da convenção do PMDB em Brasília ao subir no palco e “benzer” o presidente Michel Temer, disse que fizeram uma “macumba” contra o peemedebista.

“Fizeram um trabalho de vodu, por isso que ele teve a doença. O trabalho que fizeram contra o doutor Michel era para ele morrer no hospital”, disse ele nesta terça-feira, 19. Em outro momento, Pai Uzêda disse que veio “benzer o presidente porque o PT fez macumba contra ele”.

Na semana passada, Temer passou por um novo procedimento cirúrgico. Nesta terça, o presidente chegou a cancelar a participação na convenção, o que aumentou as especulações sobre o estado de saúde do peemedebista.

Quando assessores do presidente viram o pai de santo no palco com Temer, ficaram assustados e pediram para que o homem fosse retirado do local. Temer, um pouco constrangido, sorriu e chegou abrir os braços para receber o “passe”.

Vestido de branco e segurando ramos de uma planta chamada guiné, “usada contra morte e doença”, o pai de santo disse que esteve no Palácio do Jaburu e no gabinete de Temer no Palácio do Planalto e que foram encontrados “quatro bonecos” de vodu contra o presidente.

“Eu fui defumar, benzer, tirar tudo. Era uma urucubaca brava ali”, contou. Bastante agitado, ora dizia ter sido contratado por “dona Marcela” ora pelo PMDB. Questionado há quanto tempo conhecia a primeira-dama, disse apenas que ela era “linda, maravilhosa”.

“Jogaram pesado contra o presidente. Muita macumba contra ele, contra (o presidente da Câmara) Rodrigo Maia e contra toda a cúpula do PMDB, o assunto é sério”, afirmou.

O pai de santo, que diz ser da “umbanda da linha branca”, usava um crachá de “convidado” da convenção. O PMDB negou que tenha contratado os serviços do pai de santo.

Dilma

Essa não é a primeira vez que Pai Uzêda vira notícia em Brasília. Em março de 2015, o pai de santo invadiu o Palácio do Planalto para, segundo ele, tentar alertar a então presidente Dilma Rousseff em relação a Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Nove meses depois, o então presidente da Câmara autorizou a abertura do processo de impeachment, o que levou à saída da petista da Presidência.

Pai Uzêda também costuma circular pelo Congresso Nacional e já foi candidato a deputado federal e a vereador no Rio pelo PP. (g1)


Denúncias contra Geddel, Rocha Loures e Cunha não serão julgadas por Moro

O juiz federal Sérgio Moro não será mais responsável pelas denúncias a políticos do PMDB como o deputado cassado Eduardo Cunha, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-assessor especial da Presidência, Rodrigo Rocha Loures, que não obtiveram foro privilegiado e foram acusados de organização criminosa juntamente com o presidente Michel Temer.

A situação ficou decidida nesta terça-feira (19) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o G1, as defesas dos três envolvidos queriam manter as acusações no STF ou no máximo garantir que as denúncias fossem enviadas para uma vara criminal, e não para jurisdição de Moro.

Prevalecendo o entendimento de que o caso não tem conexão com o esquema de corrupção investigado na Petrobras, com o julgamento, ficou definido que os processos de Cunha, Geddel e Rocha Loures serão encaminhados para a Justiça Federal de Brasília.


Ex- prefeito é preso durante audiência

O ex-prefeito de Santo Amaro, Ricardo Machado (PT) deixou o fórum da cidade e foi conduzido por policiais ao Complexo Penitenciário Lemos de Brito, em Salvador. Ele deixou o local por volta das 14h30 desta terça-feira (19).

De acordo com fontes do BNews, o ex-prefeito recebeu ordem de prisão durante audiência no fórum, já marcada há um mês. Durante o depoimento o juiz apresentou a ordem de prisão preventiva que estava sob segredo de Justiça.

A audiência desta terça-feira (19) não se referia aos novos fatos apresentados pela Polícia Federal na sexta fase da Operação Adsumus ontem.

O petista saiu escoltado sob gritos de protesto da população e fogos de artifício.


Itapetinga: o PMDB não muda nunca

Os filiados do PMDB, reuniram -se no último 17, no Auditório Ulisses Guimarães (Câmara de Vereadores de Itapetinga), para eleger o seu Diretório. Como sempre, Michel criou regras e estabeleceu limites para atuação dos integrantes do seu partido no ato convencional.

Como sempre não houve disputa interna, a surpresa, no entanto, foi o retorno de Michel Hagge, o mais antigo político em atividade na região, ao comando partidário. Não foi uma eleição, e sim um ato homologatório do seu nome. Uma espécie de pajelança. Sem disputa. Ao analisar a chapa eleita, chegamos a conclusão, que o PMDB local, continua sendo partido, mais está longe de ser um movimento que busca o aperfeiçoamento de práticas democráticas internas saudáveis.

Com seu perfil personalista, a experiência de Michel, ao nosso ver, pouco, ou quase nada contribuirá para o crescimento do partido, manterá a legenda cada vez mais engessada, fechada no seu condomínio político. Que o digam os neopemebistas ou neomichelistas, que depois de uma curta passagem por lá, tiveram de bater em retirada, abandonaram a legenda para não serem defenestrados de vez da vida publica.

No PMDB, o sistema é bruto, falta democracia interna e a roda sempre gira em torno dos mesmos personagens, é assim há mais de 30 anos. Por ser uma legenda sectária, os seus quadros não se renovam nunca, e a tendência é continuar sob o comando dos hagges, por mais algumas gerações.